Cientistas acabaram de criar em laboratório o primeiro conjunto de células hepáticas humanas a partir de células cutâneas reprogramadas, abrindo assim a possibilidade para o desenvolvimento de novos tratamentos para doenças do fígado, que matam milhares de pessoas ao redor do planeta.
A criação veio de pesquisas feitas por Cientistas da Universidade de Cambridge que divulgaram recentemente resultados destas pesquisas em uma publicação do gênero, a Journal of Clinical Investigation, esta matéria relatou que estes cientistas obtiveram uma das maiores conquistas em descobertas do tipo, evitando assim grandes polêmicas éticas e políticas em torno das pesquisas com células-tronco embrionárias para alguma finalidade elementar.
"Esta tecnologia contorna a necessidade de usar embriões humanos", afirmou Tamir Rashid, coordenador da pesquisa e diretor do laboratório de medicina regenerativa de Cambridge.
Este reforçou que:
"As células que criamos eram tão boas quanto se estivéssemos usando células-tronco embrionárias."
As células-tronco são uma espécie de "manual de instruções" do organismo, capazes de dar origem a qualquer tipo de tecido, o que pode no futuro levar à cura de diversas lesões e doenças degenerativas.
Didaticamente podemos dizer que as células tronco são importantes para o avanço da medicina, pois são mais maleáveis e poderosas, mas muitos se opõem às pesquisas com esse material por causa da necessidade de destruir os embriões.
Nesta semana, além deste avanço, também figurou um retrocesso quando um juiz federal dos EUA concedeu liminar proibindo o uso de verbas públicas em pesquisas com células-tronco embrionárias em doze estados americanos.
As doenças hepáticas são a quinta principal causa de mortes nas nações desenvolvidas. Só nos EUA, são cerca de 25 mil óbitos anuais, e no Reino Unido pesquisadores afirmam que a incidência entre jovens e pessoas de meia idade aumenta 8 a 10 por cento ao ano.
Rashid disse que, apesar de 40 anos de tentativas, os cientistas nunca haviam conseguido desenvolver células hepáticas em laboratório, o que tornava extremamente difícil as pesquisas sobre as doenças do fígado.
Devido à escassez de doadores de fígado, tal descoberta tem ganhado peso de fundamentabilidade no progresso científico ligado a medicina, já que tendo em vista este fato seria altamente urgente a necessidade por encontrar alternativas aos transplantes, disse Rashid.
O novo estudo demonstrou uma grande possibilidade do desenvolvimento de novas drogas ou início de uma terapia à base de células - em que as células dos pacientes com doenças genéticas são "curadas" e transplantadas de volta para o organismo que necessita delas.
As doenças hepáticas podem ter dois tipos de desencadeamento em um indivíduo, uma das vias, é, a via genética e o indivíduo herdar o problema de saúde o que já vem sendo 38% da causa deste problema, reforçando assim a fundamentabilidade desta conquista e a outra via é ser causada pelo abuso do álcool ou infecções como a hepatite.
Para o estudo, a equipe de Rashid testou amostras da pele de sete pacientes que sofriam de várias doenças hepáticas genéticas e comparou as mesmas amostras em três de pessoas saudáveis, que serviram como espelho comparativo.
Eles reprogramaram as células cutâneas para se transformarem nas chamadas células-tronco pluripotentes induzidas, e então as reprogramaram para gerar células hepáticas que imitavam diversas doenças do fígado dos pacientes. Os cientistas usaram a mesma técnica para criar células hepáticas saudáveis a partir do grupo de comparação.
A criação veio de pesquisas feitas por Cientistas da Universidade de Cambridge que divulgaram recentemente resultados destas pesquisas em uma publicação do gênero, a Journal of Clinical Investigation, esta matéria relatou que estes cientistas obtiveram uma das maiores conquistas em descobertas do tipo, evitando assim grandes polêmicas éticas e políticas em torno das pesquisas com células-tronco embrionárias para alguma finalidade elementar.
"Esta tecnologia contorna a necessidade de usar embriões humanos", afirmou Tamir Rashid, coordenador da pesquisa e diretor do laboratório de medicina regenerativa de Cambridge.
Este reforçou que:
"As células que criamos eram tão boas quanto se estivéssemos usando células-tronco embrionárias."
As células-tronco são uma espécie de "manual de instruções" do organismo, capazes de dar origem a qualquer tipo de tecido, o que pode no futuro levar à cura de diversas lesões e doenças degenerativas.
Didaticamente podemos dizer que as células tronco são importantes para o avanço da medicina, pois são mais maleáveis e poderosas, mas muitos se opõem às pesquisas com esse material por causa da necessidade de destruir os embriões.
Nesta semana, além deste avanço, também figurou um retrocesso quando um juiz federal dos EUA concedeu liminar proibindo o uso de verbas públicas em pesquisas com células-tronco embrionárias em doze estados americanos.
As doenças hepáticas são a quinta principal causa de mortes nas nações desenvolvidas. Só nos EUA, são cerca de 25 mil óbitos anuais, e no Reino Unido pesquisadores afirmam que a incidência entre jovens e pessoas de meia idade aumenta 8 a 10 por cento ao ano.
Rashid disse que, apesar de 40 anos de tentativas, os cientistas nunca haviam conseguido desenvolver células hepáticas em laboratório, o que tornava extremamente difícil as pesquisas sobre as doenças do fígado.
Devido à escassez de doadores de fígado, tal descoberta tem ganhado peso de fundamentabilidade no progresso científico ligado a medicina, já que tendo em vista este fato seria altamente urgente a necessidade por encontrar alternativas aos transplantes, disse Rashid.
O novo estudo demonstrou uma grande possibilidade do desenvolvimento de novas drogas ou início de uma terapia à base de células - em que as células dos pacientes com doenças genéticas são "curadas" e transplantadas de volta para o organismo que necessita delas.
As doenças hepáticas podem ter dois tipos de desencadeamento em um indivíduo, uma das vias, é, a via genética e o indivíduo herdar o problema de saúde o que já vem sendo 38% da causa deste problema, reforçando assim a fundamentabilidade desta conquista e a outra via é ser causada pelo abuso do álcool ou infecções como a hepatite.
Para o estudo, a equipe de Rashid testou amostras da pele de sete pacientes que sofriam de várias doenças hepáticas genéticas e comparou as mesmas amostras em três de pessoas saudáveis, que serviram como espelho comparativo.
Eles reprogramaram as células cutâneas para se transformarem nas chamadas células-tronco pluripotentes induzidas, e então as reprogramaram para gerar células hepáticas que imitavam diversas doenças do fígado dos pacientes. Os cientistas usaram a mesma técnica para criar células hepáticas saudáveis a partir do grupo de comparação.











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