TRE determinou em favor da perda de mandato por infidelidade ao Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.
Por quatro votos a três, o mandato de Arruda foi caçado, decretando assim a perda do cargo de José Roberto Arruda que atualmente está sem partido político, a decisão foi tomada ontem pela Corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF). Nos votos dos ministros, aconteceu um empate pela absolvição e cassação, empate que chegou a ser de 3 x 3. O presidente interino, Lecir Manoel da Luz, deu o voto decisivo, o voto de minerva do presidente interino em voga, determinou ação do Ministério Público Federal, por conta de infidelidade partidária de Arruda e assim o mesmo perde seus direitos políticos por tempo indeterminado, tendo em vista que apesar de ser uma decisão imediata, só será efetivada após comunicação direta à Câmara Legislativa do DF. Agora que Arruda não é mais governador do Distrito Federal, resta uma profunda dúvida, saber se Arruda vai ou não permanecer na Superintendência da Polícia Federal, onde está preso desde 11 de fevereiro.

Lecir Manoel da Luz, Foto Acima, em pé (Frente ao Notebook) foi responsável pelo voto que decidiu o futuro político de Arruda.
O político perdeu o direito a foro privilegiado, mas à decisão de perda de mandato ainda cabe recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ainda não se sabe sobre este protesto e pedido de liminar, porém é sabido apenas que ficará na carceragem da PF ou terá transferência para a carceragem da Papuda.
CONHEÇA UM POUCO DA FIGURA DE JOSE ROBERTO ARRUDA:
Servidor público
José Roberto Arruda iniciou sua carreira de servidor público como diretor da Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), ainda no fim dos anos setenta. Em meados dos anos 80 tornou-se diretor da Companhia Energética de Brasília (CEB), período em que estreitou seus laços com políticos tradicionais, como José Aparecido de Oliveira e Joaquim Roriz. Com a eleição e a consequente posse de Joaquim Roriz no cargo de governador do Distrito Federal, Arruda, como é conhecido, assumiu a chefia de gabinete do governador e ainda no primeiro ano de governo deixou este posto para assumir o cargo de secretário de obras do Distrito Federal tendo sido um dos responsáveis pela execução de uma das obras mais polêmicas do primeiro governo Roriz, o Metrô do Distrito Federal que tempos depois teria sua obra embargada por suspeitas de irregularidades.
[editar] Senador da República
Em 1994, com o apoio de Joaquim Roriz, foi candidato a senador pelo antigo PP (fusão do PTR e do PST que em 1995 fundiu com o PPR, formando o PPB), tendo logrado êxito na disputa.
Em 1995 rompeu com Joaquim Roriz e ingressou no PSDB. Em 1998 foi candidato ao governo do Distrito Federal pela primeira vez, tendo sido derrotado por Joaquim Roriz e Cristovam Buarque ainda em primeiro turno e ficado em terceiro lugar.
[editar] Escândalo do painel eletrônico e renúncia
No ano de 2001, ainda exercendo o mandato de senador e ocupando a liderança do governo no Senado, envolveu-se, juntamente com o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL), na violação do painel eletrônico do Senado Federal, utilizado na votação que cassou o mandato do ex-senador Luís Estêvão.[2][3][4] No início negou a acusação com um incisivo discurso na tribuna no Senado, mas dias depois voltou a mesma tribuna, encurralado, para admitir a culpa e depois para renunciar ao cargo, evitando assim o processo de cassação do seu mandato, que poderia torná-lo inelegível por aproximadamente 9 anos. Foi afastado do PSDB e ingressou no PFL. Após filiar-se ao PFL, aproximou-se outra vez de Joaquim Roriz.
Deputado federal
Pouco mais de um ano e meio após os escândalos, em 2002, foi candidato a deputado federal, tendo sido eleito o deputado federal mais votado do Distrito Federal e o mais votado do país em termos proporcionais.
Candidato ao governo do Distrito Federal em 2006 lança-se pré-candidato ao governo do Distrito Federal pelo PFL. Neste período trava duas duras batalhas: Uma com a base política do ex-governador Joaquim Roriz, que pretendia lançar como candidata à releição a então governadora Maria de Lourdes Abadia, que havia assumido após a renuncia de Roriz para se candidatar ao senado; e outra com o então senador Paulo Octávio, para decidir qual nome seria indicado pelo PFL em uma eventual disputa. Através de uma manobra política articulada pelo então presidente do PFL, Jorge Bornhausen, manobra esta considerada "de mestre" pelos analistas políticos, o partido decide romper com a base do ex-governador Joaquim Roriz e lançar uma chapa independente, em que Arruda era o candidato ao governo e Paulo Octávio a vice. Essa manobra gerou muita especulação da imprensa, inclusive sobre acordos escusos entre Arruda e Paulo Octávio. Apesar das pressões, a aliança permaneceu até o fim da campanha.

José Roberto Arruda (esq.), Jorge Bornhausen (centro) e Paulo Octávio (dir.), em 31 de outubro de 2006.
Em outubro de 2006, Arruda foi eleito em primeiro turno governador do Distrito Federal, com pouco mais de 50% dos votos válidos, derrotando em primeiro turno as candidatas Maria de Lourdes Abadia, do PSDB, Arlete Sampaio, do PT, e outros candidatos.
Governador do Distrito Federal
No Governo do Distrito Federal está encampando diversas medidas para diminuir o gasto público e para restabelecer a legalidade. Nos primeiros dias de governo reduziu as secretarias de 38 para 16; mudou a sede administrativa do governo para Taguatinga; implantou o gabinete de gestão integrada do governo, onde os funcionários do primeiro escalão trabalham na mesma sala, facilitando a transparência e a comunicação; e demitiu cerca de 16.000 funcionários comissionados do governo, com a perspectiva de contratar a metade no futuro, permitindo dessa forma uma economia de milhões de reais em recursos públicos, os quais estão utilizados para a realizações de obras. O primeiro ano do governo Arruda foi marcado por decisões políticas bastante impactantes, como a proibição da circulação das vans, a derrubada de placas de propaganda não permitidas, a demolição de prédios em situação irregular e o início do processo legalização dos condomínios.
Atualmente o GDF mantém um canal no Youtube, onde o governador e secretários respondem aos cidadãos do DF, e no Twitter, para atendimento similar ao telefone 156.
CORRUPÇÃO NA VIDA POLITICA DE JOSÉ ROBERTO ARRUDA:
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Lecir Manoel da Luz, Foto Acima, em pé (Frente ao Notebook) foi responsável pelo voto que decidiu o futuro político de Arruda.
O político perdeu o direito a foro privilegiado, mas à decisão de perda de mandato ainda cabe recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ainda não se sabe sobre este protesto e pedido de liminar, porém é sabido apenas que ficará na carceragem da PF ou terá transferência para a carceragem da Papuda.
CONHEÇA UM POUCO DA FIGURA DE JOSE ROBERTO ARRUDA:
José Roberto Arruda (Itajubá, 5 de janeiro de 1954) é um engenheiro eletricista e político brasileiro. Servidor de carreira, Arruda ascendeu a postos de chefia na administração antes de ingressar na política do Distrito Federal do Brasil. Foi eleito Senador, Deputado Federal e Governador pela Unidade Federativa. A vida política de Arruda foi tumultuada pela renúncia, em 2001, após escândalo de adulteração do painel de votação do Senado, quando atuou ao lado de Antonio Carlos Magalhães e, em 2010, pela descoberta de um grande esquema de corrupção no governo do Distrito Federal, conhecido como mensalão do DEM. No decurso das investigações, Arruda foi preso preventivamente, tornando-se o primeiro governador do Brasil a ser encarcerado durante o mandato. Ele está atualmente afastado do governo, por ordem da Justiça brasileira, e preso na carceragem da Polícia Federal em Brasília. No dia 16 de março de 2010 teve seu mandato cassado pelo TRE do Distrito Federal por infidelidade partidária.
Servidor público
José Roberto Arruda iniciou sua carreira de servidor público como diretor da Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), ainda no fim dos anos setenta. Em meados dos anos 80 tornou-se diretor da Companhia Energética de Brasília (CEB), período em que estreitou seus laços com políticos tradicionais, como José Aparecido de Oliveira e Joaquim Roriz. Com a eleição e a consequente posse de Joaquim Roriz no cargo de governador do Distrito Federal, Arruda, como é conhecido, assumiu a chefia de gabinete do governador e ainda no primeiro ano de governo deixou este posto para assumir o cargo de secretário de obras do Distrito Federal tendo sido um dos responsáveis pela execução de uma das obras mais polêmicas do primeiro governo Roriz, o Metrô do Distrito Federal que tempos depois teria sua obra embargada por suspeitas de irregularidades.
[editar] Senador da República
Em 1994, com o apoio de Joaquim Roriz, foi candidato a senador pelo antigo PP (fusão do PTR e do PST que em 1995 fundiu com o PPR, formando o PPB), tendo logrado êxito na disputa.
Em 1995 rompeu com Joaquim Roriz e ingressou no PSDB. Em 1998 foi candidato ao governo do Distrito Federal pela primeira vez, tendo sido derrotado por Joaquim Roriz e Cristovam Buarque ainda em primeiro turno e ficado em terceiro lugar.
[editar] Escândalo do painel eletrônico e renúncia
No ano de 2001, ainda exercendo o mandato de senador e ocupando a liderança do governo no Senado, envolveu-se, juntamente com o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL), na violação do painel eletrônico do Senado Federal, utilizado na votação que cassou o mandato do ex-senador Luís Estêvão.[2][3][4] No início negou a acusação com um incisivo discurso na tribuna no Senado, mas dias depois voltou a mesma tribuna, encurralado, para admitir a culpa e depois para renunciar ao cargo, evitando assim o processo de cassação do seu mandato, que poderia torná-lo inelegível por aproximadamente 9 anos. Foi afastado do PSDB e ingressou no PFL. Após filiar-se ao PFL, aproximou-se outra vez de Joaquim Roriz.
Deputado federal
Pouco mais de um ano e meio após os escândalos, em 2002, foi candidato a deputado federal, tendo sido eleito o deputado federal mais votado do Distrito Federal e o mais votado do país em termos proporcionais.
Candidato ao governo do Distrito Federal em 2006 lança-se pré-candidato ao governo do Distrito Federal pelo PFL. Neste período trava duas duras batalhas: Uma com a base política do ex-governador Joaquim Roriz, que pretendia lançar como candidata à releição a então governadora Maria de Lourdes Abadia, que havia assumido após a renuncia de Roriz para se candidatar ao senado; e outra com o então senador Paulo Octávio, para decidir qual nome seria indicado pelo PFL em uma eventual disputa. Através de uma manobra política articulada pelo então presidente do PFL, Jorge Bornhausen, manobra esta considerada "de mestre" pelos analistas políticos, o partido decide romper com a base do ex-governador Joaquim Roriz e lançar uma chapa independente, em que Arruda era o candidato ao governo e Paulo Octávio a vice. Essa manobra gerou muita especulação da imprensa, inclusive sobre acordos escusos entre Arruda e Paulo Octávio. Apesar das pressões, a aliança permaneceu até o fim da campanha.

José Roberto Arruda (esq.), Jorge Bornhausen (centro) e Paulo Octávio (dir.), em 31 de outubro de 2006.
Em outubro de 2006, Arruda foi eleito em primeiro turno governador do Distrito Federal, com pouco mais de 50% dos votos válidos, derrotando em primeiro turno as candidatas Maria de Lourdes Abadia, do PSDB, Arlete Sampaio, do PT, e outros candidatos.
Governador do Distrito Federal
No Governo do Distrito Federal está encampando diversas medidas para diminuir o gasto público e para restabelecer a legalidade. Nos primeiros dias de governo reduziu as secretarias de 38 para 16; mudou a sede administrativa do governo para Taguatinga; implantou o gabinete de gestão integrada do governo, onde os funcionários do primeiro escalão trabalham na mesma sala, facilitando a transparência e a comunicação; e demitiu cerca de 16.000 funcionários comissionados do governo, com a perspectiva de contratar a metade no futuro, permitindo dessa forma uma economia de milhões de reais em recursos públicos, os quais estão utilizados para a realizações de obras. O primeiro ano do governo Arruda foi marcado por decisões políticas bastante impactantes, como a proibição da circulação das vans, a derrubada de placas de propaganda não permitidas, a demolição de prédios em situação irregular e o início do processo legalização dos condomínios.
Atualmente o GDF mantém um canal no Youtube, onde o governador e secretários respondem aos cidadãos do DF, e no Twitter, para atendimento similar ao telefone 156.
CORRUPÇÃO NA VIDA POLITICA DE JOSÉ ROBERTO ARRUDA:
Figura usada como bode expiatório na Operação Caixa de Pandora, sendo a principal pessoa derrubada por este escândalo, já que em 27 de novembro de 2009, em descobre cumprimento de mandados de busca e apreensão na residência oficial do governador José Roberto Arruda, em secretarias do governo e em gabinetes de deputados na Câmara Legislativa, a policia federal30 mil dólares, cinco mil euros e 700 mil reais não declarados e sem uma origem plausível.
Este tenta reverter dizendo que os recursos encontrados poderiam ter sido fruto de desvios e processos de corrupção iniciados no mandato anterior de outro governador, o anterior foi Joaquim Roriz.
O escândalo desencadeado pela possibilidade de que aquela quantia não declarada fosse fruto de um grande esquema de desvio de verba pública começou um processo intenso de debate se este comandava uma rede de pagamentos de parlamentares do Distrito Federal.
Um esquema que desencadeou praticamente pedidos de impeachment foram protocolados por deputados na Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Tal esquema constituia-se pelo pagamento com dinheiro oriundo de empresas que faziam negócios com o governo. Quatro empresas são suspeitas de efetuar repasses: Info Educacional, Vertax, Adler e Linknet. Além disso, ele teria conhecimento de pagamentos a colaboradores próximos, como os secretários de Relações Institucionais, Durval Barbosa, de Educação, José Luís Valente, o chefe de gabinete, Fábio Simão, o assessor de imprensa, Omézio Pontes, e o chefe da Casa Civil do governo, José Geraldo Maciel; outro participante do esquema teria sido o secretário Domingos Lamoglia. Lamoglia saiu do governo, indicado para o Tribunal de Contas do DF, e está sendo investigado também por corrupção no governo de Joaquim Roriz. Durval Barbosa, que foi secretário de Roriz e confirmou que a rede de corrupção foi montada no governo anterior, colaborou com as investigações policiais, e poderá ser beneficiado pela delação premiada e pelo programa brasileiro de proteção às testemunhas.
Realmente neste caso não se acabou em pizza e o pivô foi condenado, parabéns, porém barbas de molho a euforia pode acabar logo logo... a pizza pode assar ou pode ineditamente queimar!
Este tenta reverter dizendo que os recursos encontrados poderiam ter sido fruto de desvios e processos de corrupção iniciados no mandato anterior de outro governador, o anterior foi Joaquim Roriz.
O escândalo desencadeado pela possibilidade de que aquela quantia não declarada fosse fruto de um grande esquema de desvio de verba pública começou um processo intenso de debate se este comandava uma rede de pagamentos de parlamentares do Distrito Federal.
Um esquema que desencadeou praticamente pedidos de impeachment foram protocolados por deputados na Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Tal esquema constituia-se pelo pagamento com dinheiro oriundo de empresas que faziam negócios com o governo. Quatro empresas são suspeitas de efetuar repasses: Info Educacional, Vertax, Adler e Linknet. Além disso, ele teria conhecimento de pagamentos a colaboradores próximos, como os secretários de Relações Institucionais, Durval Barbosa, de Educação, José Luís Valente, o chefe de gabinete, Fábio Simão, o assessor de imprensa, Omézio Pontes, e o chefe da Casa Civil do governo, José Geraldo Maciel; outro participante do esquema teria sido o secretário Domingos Lamoglia. Lamoglia saiu do governo, indicado para o Tribunal de Contas do DF, e está sendo investigado também por corrupção no governo de Joaquim Roriz. Durval Barbosa, que foi secretário de Roriz e confirmou que a rede de corrupção foi montada no governo anterior, colaborou com as investigações policiais, e poderá ser beneficiado pela delação premiada e pelo programa brasileiro de proteção às testemunhas.
Realmente neste caso não se acabou em pizza e o pivô foi condenado, parabéns, porém barbas de molho a euforia pode acabar logo logo... a pizza pode assar ou pode ineditamente queimar!











6 comentários:
O Brasil é um país muito rico velho, muita riqueza natural, realmente abençoado!
Se nao fosse por esses pizzalheiros de merda, nós estariamos num patamar bem melhor!
Parabens pelo blog!
www.blogdomarcolinoo.blogspot.com
eles estragam nosso país!!!
bom blog!!
vlw
http://umbalacobaco.blogspot.com/
mtu bom
e concordo com o fernando
estragam nosso páis com toda certeza
http://stuffartie.blogspot.com/
pessoas assim deveria ser extintas do brasil!
com crteza.,
concordo plemamente;
menos um... dels eh pai
http://drehluvz.blogspot.com/
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