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INFECÇÕES GASTROINTESTINAS - 30% A MAIS NO VERÃO

As infecções instentinais tem sido um dos problemas de saúde pública mais recorrentes no verão, se estima que há 30% a mais de ocorrência em hospitais de pacientes com infecções gastrointestinais, fato este explicado pelo fato de que as bactérias, fungos e vírus encontram um ambiente mais propício para se reproduzirem e se multiplicarem.

É sabido previamente que as principais causas de tal ocorrência serão: uso de alimentos crus contaminados por bactérias, pratos preparados de forma inadequada e água contaminada.
Porém, este desencadeamento não será principalmente as causas supracitadas, mas sim as condições propiciadoras, é também sabido que os fatores conjugados calor e umidade, fazem com que os micro-organismos se proliferem com uma maior facilidade e assim todos que estão de férias, especialmente em localidades de praias, onde as pessoas mais propensamente estão expostas a micoses, inflamações e doenças gastrointestinais. Crianças e idosos devem ter mais atenção, pois podem se desidratar facilmente e de forma mais aguda.
Recordando-se que este aumento de casos de infecções gastrointestinais estará condicionado por uma condição de alimentos não tratados e que sem cozimento e fritur ideal carregarão parasitas importantes, além do fato de que sistemas de água não canalizados sanitariamente podem criar ambientes para sobrevida de vírus e bacterias Ainda serão problemáticas tangíveis as chamadas "Doenças de Verão", o fato de que nesta época, fatoriais e denominadores como qualidade do alimento e a quantidade de liquido que as pessoas ingerem serão influenciadores importantes para férias sem problemas de saúde diversos.

Destacam-se como principais agentes maléficos nesta época bactérias do gênero/porte de uma seudomonas aeruginosa, a Escherichia coli, a Enterobacter cloacae, e a Acinetobacter baumannii podendo subir a prevalência destas em até 18% a cada dez graus a mais na temperatura de um ambiente e 22% quando isto se converge a presença de alimentação crua ou água não tratada em algum tipo de ambiente.

Pesquisas publicadas no jornal científico "Infection Control and Hospital Epidemiology" há sete anos tem demonstrado essa situação.

Indicando que estas bactérias provocam geralmente problemas sérios como: vômitos, diarréias, náuseas como também em muitos casos febres intensas e perigo de morte em casos raros, mas possíveis.

Então, as divisões de saúde ligadas a infectologia e saúde alimentar, injuntam que se deva tomar cuidados elementares para que o percentual indicado no começo da matéria seja declinado, entre injunções importantes estão num folheto elucidativo publicado esta semana na Folha On-Line:

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O novo salário minimo

Essa semana foi aprovado um novo teto para o salário minimo, agora este salário irá ser de R$ 510, anunciado pelo governo nesta semana e que entra em vigor a partir do inicio de 2010, dregistra-se que esta média é a maior em dez anos se levarmos em conta e paralelo ao seu valor em dólar, o que demonstra valer tal salário aproximadamente US$ 290, tendo por base a cotação da última quarta-feira (R$ 1,757). Trata-se do maior valor de salário minimo com quantia nominal comparada ao dólar, é um dos indices de melhor evolução deste mínimo há dez anos.

Também é uma alta de aproximadamente 26,9% em relação ao valor concedido em 1999, que chegou a menor média de toda história, ou seja, R$ 136.























Tabela gráfica demonstra aumento gradativo do salário mínimo nos anos mais recentes.



Esse novo salário possibilita maior poder aquisitivo de compra de itens da cesta básica, contudo só acresce 4% de aumento em termos de gastos com tais itens, também irá impulsionar os ganhos agregados dos trabalhadores que junto com os benefícios comuns de inss, vale transporte, abonos, etc; chega a um aumento de 3,25%, embora este venha com uma possibilidade de manter déficit's nos cofres do governo, especialmente no que tange a previdência social de 5 a 10 anos.

Em 1940, quando foi sancionada a primeira lei que estipulava valores para o salário mínimo, a remuneração básica era de 240 mil réis. Dois anos depois, o mínimo ainda não tinha sido alterado e o dólar era cotado aproximadamente na faixa quase similar a 19,26 mil réis. Portanto, o primeiro salário mínimo do Brasil padronizado realizou conversão de US$ 12,23, em termos de poder aquisitivo de compra de cesta básica, este salário comprava somente 2% dos produtos ditos básicos. Depois vieram o cruzeiro, o cruzeiro novo, o cruzado, o cruzado novo que pouco acrescenteram em poder aquisitivo a população, dando conta que muitas vezes fora-se deficitário não só a comparação com o valor em dólar como na compra de produtos de subsistência e, por último, o real estabiliza a situação e traz novos panoramas e perspectivas como é observado. Mesmo com a alteração da moeda nacional, o salário mínimo em dólares nunca ultrapassou o patamar que atingiu na última aprovação e desde sua criação nunca trouxe tanto poder aquisitivo básico a grande população assalariada.

Muito disto se deve a mudança ocorrida após 1994, quando foi instituído o real, até hoje, o salário mínimo só cresceu. No ano que entrou em vigor a moeda, o salário mínimo valia R$ 70, ou US$ 108,47 (na cotação da época). O crescimento do piso dos trabalhadores brasileiros calculado em dólar do ano de 1994 para o ano de 2010 é de mais de 160%.

Embora se deva lembrar que o poder aquisitivo para bens de consumo agregado ainda não atingiu patamar significativo, estando muito aquém do desejável, sobretudo pelo binômio relacional: sobrevalorização do real e pela queda do valor de mercado da moeda norte-americana.

















Novo salário é uma evolução, mas ainda não é solução integral!


A Medida Provisória assinada pelo presidente Lula ainda irá definir a meta de que daqui a dois anos, ou seja, em 2011, o salário mínimo será reajustado segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2010 mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2009, se for positivo.
Ainda segundo o documento, até 31 de março de 2010 o governo deve enviar ao Congresso um projeto de lei com sugestões para os valores do mínimo de 2012 a 2015, de 2016 a 2019 e de 2020 a 2023.

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REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação) que bicho é esse?

Uma das discussões mais esperadas de todos os tempos entre os principais países filiados a ONU (Organização das Nações Unidas), em Copenhague, se reuniram para buscar soluções para um problema recorrentemente chato de nossa realidade dura, isto é, o aquecimento global, procurou-se neste evento se chegar ao estabelecimento e criação de mecanismos de incentivo à preservação ambiental de modo global e abrangente.

Surgiu em uma das propostas a previsão de possibilidade para haver um pagamento por parte de empresas e países industrializados aos países pobres, objetivando o progresso e criação de projetos de preservação ambiental. Um desses mecanismos suscitado foi o REDD que como as outras propostas anteriores como os conceitos de MDL'S (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo) gera intensa polêmica.

O que significa REDD?

REDD é uma sigla em inglês para Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation in Developing Countries, na tradução corrente é o mesmo que Reduzir as Emissões geradas com Desmatamento e Degradação Florestal nos Países em Desenvolvimento.

O que é o REDD?

É um mecanismo para compensação financeira paga por empresas poluidoras ou que explorem exacerbadamente recursos naturais mesmo que estes se previnam e sejam empresas sustentáveis, porque essa exploração exceda limites de preservação, tal pagamento é empreendido a países em desenvolvimento ou para comunidades desses países, pela preservação de suas florestas e deste modo o conceito de bom pagador. O REDD é visto como uma forma fundamental para tentar reduzir os volumes de emissão de CO2 lançada na atmosfera por conta do processo de desmatamento historicamente desencadeado no mundo inteiro, em escalas globais, mais precisamente a partir da década de 1970 com o boom da industrialização de muitos países, causadora do aquecimento global. Nos últimos anos, o REDD se tornou ponto central das negociações de um novo acordo sobre o clima.

Por que o REDD é tão importante?

Estima-se que o desmatamento seja responsável por quase 20% do total das emissões anuais globais dos gases causadores do efeito estufa (GHG na sigla em inglês). Para a maioria dos especialistas o volume das emissões deste tipo é comparável às emissões de todos os países da União Europeia, e supera o total emitido globalmente pelo setor de transporte (incluindo todos os carros, caminhões, aviões, navios e trens em todo o mundo). Para alguns especialistas, incluindo Nick Stern, o REDD representa a maior oportunidade isolada de redução imediata, e de maior custo efetivo, da emissão de GHG. Eles argumentam que outras opções mais tecnológicas, como a captura e armazenamento de carbono, são muito mais caras e poderiam levar muitos anos para serem implementadas em larga escala.

Quais são os países-chave do REDD?

Segundo o World Resources Institute (WRI), na década de 90 o Brasil e a Indonésia eram responsáveis por cerca de metade das emissões geradas pelo desmatamento. Atualmente, o ranking global de emissões do WRI coloca o Brasil em quarto e a Indonésia em terceiro lugar, imediatamente atrás da China e dos EUA, incluídas as emissões de GHG geradas pelo desmatamento. A República Democrática do Congo também é um dos maiores emissores. Vários dos chamados países com áreas florestais são membros da Coalizão de Nações com Florestas Tropicais, que tem participação importante nas negociações do REDD (especialmente Papua Nova Guiné).

Os projetos do REDD já existem na prática?

Sim, vários projetos pilotos já estão em operação em diversas partes do mundo.

Na Indonésia existem mais de 10 projetos, incluindo o Ulu Masen na província de Aceh, que é financiado parcialmente pelo banco americano Merrill Lynch. O Brasil tem vários projetos em andamento, incluindo o projeto da Reserva Juma no Estado do Amazonas. O governo da Noruega anunciou recentemente que vai pagar US$ 250 milhões à Guiana para que suas florestas tropicais sejam preservadas. O Banco Mundial está implementando projetos de REDD em 35 países. Como esses projetos funcionam?

De maneiras diferentes. A ideia do projeto Ulu Masen da Indonésia, é que inicialmente seja calculado o quanto de lançamento de carbono na atmosfera é evitado por não se derrubar a floresta. Estas economias são convertidas nos chamados "créditos de carbono", que em seguida são vendidos aos países ricos ou a empresas dispostas a pagar a outros pela redução de emissões de GHG que não estão fazendo. O dinheiro gerado na venda desses créditos é então investido na proteção das florestas e na melhoria da condição de vida das comunidades localizadas nas regiões florestais. O objetivo é dar aos moradores locais incentivo suficiente para que deixem de derrubar árvores.

No Brasil, as famílias que vivem na Reserva de Juma recebem um cartão de débito, e caso as inspeções feitas regularmente confirmem que as árvores permanecem intocadas, eles recebem um crédito na conta de US$ 30 por mês. A Coca-Cola e a cadeia de hotéis Marriott participam do projeto.

Como funcionará o REDD no futuro?

Existem várias propostas de como o mecanismo deve funcionar e como deve ser financiado. Elas estão divididas em três grandes categorias:

Mecanismos de mercado: Os países que reduzirem o desmatamento ganhariam créditos pela diminuição do nível de emissão de carbono, que seriam então vendidos nos mercados internacionais de carbono; Fundos governamentais: seria criado um fundo que receberia verba internacional e que funcionaria de modo semelhante aos programas de ajuda oficial que é dada pelos países ricos aos países pobres. Um bom exemplo é o Fundo para a Amazônia, criado pelo Brasil com o qual a Noruega prometeu colaborar com US$ 1 bilhão. Uma combinação dos dois acima. Nas negociações ainda se debate se os projetos REDD deveriam ser administrados e financiados num nível nacional ou 'sub-nacional'.

Que volume de dinheiro está envolvido no mecanismo?

Segundo o Relatório Stern, inicialmente serão precisos pelo menos US$ 5 bilhões por ano para os oito países responsáveis por 70% das emissões de GHG geradas a partir do desmatamento. Já o Relatório Eliasch (encomendado pelo primeiro-ministro britânico Gordon Brown) sugere que serão necessários entre US$ 18 e US$ 26 bilhões por ano para reduzir pela metade o nível atual de desmatamento até 2020.

É viável?

A ONU acredita que os diversos mecanismos a serem implementados poderão levantar até US$ 30 bilhões por ano a serem direcionados para projetos em países em desenvolvimento. O resultado da votação do Congresso Americano do projeto de lei que regulamenta o mercado de carbonos é crucial para determinar o nível de fundos que serão gerados pelo mecanismo de REDD. A atual proposta para estabelecimento do mercado de carbono inclui a possibilidade de empresas e outras entidades de deduzir uma porcentagem da redução de emissões de carbono através dos mecanismos de REDD.

Existem diversos mercados de carbono em operação em todo mundo (como o da União Europeia) e outros cuja proposta de criação está sendo debatida (EUA, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul), mas a difícil tarefa será harmonizar o funcionamento deles.

Quais são os maiores problemas do REDD?

Os principais problemas são:

Mecanismos de mercado : Os críticos afirmam que os mecanismos de dedução darão às empresas e governos de países ricos a oportunidade de cumprir as metas internacionais sem que tenham que cortar suas emissões. Diversos países, como o Brasil, China e Bolívia, já disseram que o REDD não pode vir a ser usado pelos grandes emissores de CO2 como forma de evitar suas obrigações de cumprir as metas de redução internas.

O Greenpeace argumenta que a adoção de um mecanismo de créditos florestais vai inundar o mercado com deduções baratas, reduzindo o preço do carbono e diminuindo o incentivo aos países industrializados e empresas a cortar suas emissões.

Monitoramento : Como poderá ser medido o nível de desmatamento para saber se houve redução? Interromper o desmatamento em uma determinada área poderá deslocar os madeireiros para outra (fenômeno conhecido como 'vazamento').

Medição das emissões de carbono: Como quantificar o carbono armazenado numa floresta, e quanto em emissões de carbono está sendo evitado com a preservação de determinada floresta?

Corrupção : Alguns dos países com áreas florestais extensas estão entre os mais corruptos do mundo. Como pode se garantir que o dinheiro vai ser aplicado nas comunidades que dependem da floresta para sobreviver, ao invés de acabar nas mãos de políticos corruptos ou empresas que operam no setor de agronegócio? Várias comunidades indígenas estão preocupadas achando que acabarão não sendo beneficiadas.

Propriedade da terra: Atribuir um valor às florestas pode acabar incentivando invasões e grilagem, especialmente se considerarmos que em vários países a definição da propriedade rural é vaga e altamente questionável.










Índices cada vez mais crescentes de Desmatamentos e Queimadas Naturias nos países sub-desenvolvidos é um dos piores problemas.

Então por que se preocupar?

Os que defendem a implantação do programa REDD argumentam que não será fácil, mas, que o desafio é válido apesar dos problemas que poderão ser resolvidos demandarem tempo ou que pelo menos isto seja ações paliativas apenas, amenizando parte de toda problemática. O Brasil, por exemplo, já possui um avançado projeto de satélite usado para monitoria de áreas desmatadas, além do governo, investir muitos recursos em projetos deste porte e compartilhar gradualmente com outros países tais tecnologias, o que demonstra que nós como representantes de países sub-desenvolvidos temos capacidade de gerir mecanismos de desenvolvimento ambientalmente correto, países de primeiro mundo, como a Noruega, que é um dos principais países financiadores do REDD, afirma que um país só se qualificará a receber o dinheiro se comprovar que foram criados mecanismos eficazes e isto tem-se notado em projetos como este do Brasil, projetos como os recentes estudos da Índia no desenvolvimento de satélites de localização de aquecimento e emissões excessivas de empresas industrializadas são grandes passos de progresso e participação mais proativa e evolutiva destes países dito sub-desenvolvidos.









Sistema exatista, aponta em detalhes os pontos de queimadas e desmatamentos ao mesmo tempo: interligar problemas desencadeadores do desequilibrio ambiental = grande passo!

Sairá algum acordo da reunião de Copenhague?

O Protocolo de Kyoto, atualmente em vigor, tem como restrição dar os mesmos direito de venda de créditos gerados por programas que evitem qualquer forma de desmatamento aqueles países dito não desenvolvidos. Contudo prover mesmos direitos a estes para desenvolverem-se industrialmente e ecologicamente tem sido uma importante evolução, o plantio de árvores, por exemplo, é uma atitude muito facilitada nestes países, Brasil, Argentina, Colômbia e outros tem histórico de possuirem grandes matas, florestas e outros tipos de biomas favoráveis a preservação do meio ambiente e ao mesmo tempo processos desfavoráveis ao meio ambiente, preservar nestes países e industrializar também. É provável que neste ano, a grande cúpula unida dos países veja em Copenhague a importância de tais potencialidades e decida-se um acordo e posição sobre tal questão, reconhecendo de maneira elencar o REED como mecanismo fundamental para a preservação do meio ambiente. Contudo muita coisa deva ser observada neste meio tempo. O principal pilar disto, será a discussão sobre as formas de garantia, sobretudo das comunidades locais sejam beneficiadas, que as florestas não serão transformadas em plantações, e a inclusão de projetos que protejam a biodiversidade (conhecidos como REDD-plus).










Protesto dos "sub-desenvolvidos", os povos se conscientizam de sua importancia nesta batalha.

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Boa literatura com volumes inéditos

Inéditos de Cortázar são publicados nos países de língua espanhola em maio


pós 25 anos de sua morte, Julio Cortázar (1914-1984) reaparece inédito e em quase 400 páginas. "Papeles Inesperados" (papéis inesperados), volume que tem previsão para chegar no início de maio às livrarias de todos os países de língua espanhola, reúne exemplares diversos da produção do escritor argentino, realizados da década de 30 à de 80, nos quais se encontram de poemas a autoentrevistas, de fragmentos nunca antes publicados de livros como "Um Tal Lucas" (1979) a discursos e jogos de palavras.
Divulgação
Escritor argentino Julio Cortázar em Paris, em 1968; ele morreu em 1984 na mesma cidade
Escritor argentino Julio Cortázar em Paris, em 1968; ele morreu em 1984 na mesma cidade

Os escritos que agora vêm à luz repousavam em um baú com documentos do autor, filho de argentinos, mas nascido na Bélgica --durante a Primeira Guerra Mundial-- em razão "do turismo e da diplomacia", como costumava afirmar.

Na semana do Natal de 2006, a primeira mulher de Cortázar, Aurora Bernárdez, também herdeira e guardiã de sua obra, encontrou uma série de papéis do escritor e decidiu mostrá-los a Carlos Álvarez, especialista na obra do argentino.

Com Álvarez, a viúva pôde classificar, preparar e editar o material, trabalho que durou um ano e que foi acompanhado de consultas às universidades de Princeton e Texas, nos Estados Unidos, que guardam farta documentação cortazariana.

"'Papeles Inesperados' se compõe de materiais muito diversos, até o ponto de podermos dizer que aí está todo o Cortázar: contos, histórias de cronópios, fragmentos de livros, intervenções, discursos, artigos, autoentrevistas, poemas", afirma à Folha o diretor de conteúdos da Alfaguara na Espanha, Juan González.

"E o que poderia resultar caótico ou eclético demais em outros escritores termina por ser algo quase natural em alguém que fez do fragmento, da colagem literária e da mistura de gêneros uma imagem de marca."

A versão em português de "Papeles Inesperados" ainda não tem data para ser publicada, mas, de acordo com o diretor espanhol, o que se deseja é que ela seja realizada "o mais rapidamente possível".

Conteúdo

Entre os inéditos contidos no volume se destacam 11 narrativas, um capítulo de "O Livro de Manuel", 11 episódios em que aparece o protagonista de "Um Tal Lucas", quatro autoentrevistas e 13 poemas.

Também figura o "Discurso del Día de la Independencia", recitado por Cortázar a companheiros de estudo e professores em 1938, e as narrativas "Los Gatos", de 1948, e "Manuscrito Hallado Junto a una Mano" (manuscrito achado junto a uma mão), sobre um melômano cheio de dons. O livro traz ainda textos a respeito de amigos como o crítico Ángel Rama e reflexões sobre fotografia, escultura, música e pintura.

Da organização desses "papéis inesperados", título escolhido por conta da perplexidade que causou a descoberta dos arquivos, segundo conta o diretor espanhol --"Ninguém esperava que existisse obra inédita de Cortázar"--, surgiu ainda outra publicação, "De Cronopios y de Famas - Tres Nuevas Historias", lançada em edição de luxo no início deste ano (leia mais no texto à direita).

Cartas em dobro

Também os escritos privados do argentino vão ganhar mais espaço nas livrarias. "Depois do aparecimento de 'Papeles Inesperados', parece não restar mais material inédito de Cortázar, mas a nova edição que Aurora Bernárdez e Carlos Álvarez estão preparando de sua correspondência vai, no mínimo, duplicar a extensão da que foi editada anteriormente", afirma González.

A Alfaguara planeja lançar ainda uma nova edição do livro de poemas "Salvo el Crepúsculo", baseada nos manuscritos de Cortázar. O livro foi lançado em 1984, depois da morte do escritor, sem que ele houvesse corrigido as provas.

Por fim, segundo confirma González, não está descartada a digitalização da obra do autor de "O Jogo da Amarelinha". "Os suportes mudam, Cortázar é eterno."

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Speedy é o playground dos hackers














Em um comunicado enviado à imprensa nesta tarde (10), a Telefônica divulgou informações sobre os ataques que foram sofridos por seus servidores DNS, o que já resultou em cinco dias de conexões instáveis e lentas em alguns momentos, sendo os pontos atingidos todos os usuários do Speedy, este o serviço de banda larga da empresa.

Foram cinco ataques, ocorridos entre 6 de abril, às 22h15, e 8 de abril, às 21h. A empresa afirmou que, desde a última quarta-feira não registrou nenhum novo ataque, mas mesmo assim faz um trabalho paliativo de profilaxia para que incômodos não voltem a acontecer. No entanto, assinantes continuam reclamando na Central de Atendimento do UOL de problemas de conexão e navegação, agora é ver e esperar!

Os ataques foram realizados foram registrados e podemos listá-los da seguinte forma:

  • 06 de abril, por volta de 22h15, com duração aproximada de 30 minutos;
  • 07 de abril, por volta de 11h15, com duração aproximada de 3 horas e 45 minutos;
  • 07 de abril, por volta de 17h45, com duração aproximada de 3 horas e 45 minutos;
  • 08 de abril, por volta de 01h40, com duração aproximada de 10 minutos;
  • 08 de abril, por volta de 21h00, com duração aproximada de 01 hora e 40 minuto

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Morales sente na pele, isto sim é ideologia

Morales mantém greve de fome para que crise se resolva "pacificamente"

DE AGÊNCIA DE NOTÍCIAS: EFE.

Em La Paz (Bolívia)
O presidente boliviano, Evo Morales, entrou hoje no segundo dia de sua greve de fome para exigir que o Congresso aprove a lei eleitoral, em um esforço para fazer com que a crise vivida pelo país "se resolva de forma pacífica".

  • Juan Karita/AP
  • SENTINDO NA PELE!
  • Evo Morales, presidente da Bolívia, recebe jornalistas no segundo dia de sua greve de fome para exigir do Congresso a aprovação da lei eleitoral que permite a realização de um


  • pleito geral em dezembro

Morales está no Palácio de Governo em La Paz e pediu aos parlamentares para que "cumpram a vontade" do povo boliviano, que aprovou em janeiro uma nova Constituição que prevê a aprovação de uma nova legislação eleitoral pelo Congresso boliviano, necessária para a realização das eleições gerais em 6 de dezembro.

O presidente boliviano se mostrou disposto a seguir com sua medida de pressão até que o Congresso "cumpra suas funções".

O Congresso celebra desde a tarde da quarta-feira uma sessão que já dura mais de 30 horas para tentar obter um consenso entre governistas e opositores.

Embora tenha havido avanços e uma primeira aprovação da nova lei eleitoral, a situação continua complicada porque boa parte dos parlamentares opositores abandonou a sessão.

Segundo Morales, estes congressistas opositores abandonaram a sessão porque se sentiram "antecipadamente derrotados".

"Não vou suspender a greve de fome até que se complete o poder" do povo, insistiu o presidente, aproveitando para pedir aos quase mil eleitores que estão seguindo o jejum por toda a Bolívia para que o abandonem após a Semana Santa.

Enquanto o presidente boliviano mantém esta medida de pressão no Palácio de Governo, a sessão parlamentar para a aprovação definitiva da lei eleitoral permanece suspensa, apesar da convocação do presidente do Congresso para que os senadores opositores voltem ao debate.

A oposição rejeita o projeto de lei apresentado pelo Governo boliviano porque considera que favorece uma eventual reeleição de Morales em dezembro.

Os principais pontos de divergência são a reserva de uma cota de cadeiras no Congresso para setores indígenas e o voto dos bolivianos no exterior.

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Na vida real o Justus é um "Injustus" segundo ex-funcionário














Roberto Justus acusado de ser um mal patrão, será? Não duvido muito!

Um amigo da família trabalha numa empresa junto com um vencedor de uma das edições do programa O Aprendiz co Roberto Justus, diga-se de passagem, esse ex-funcionário do Justus, já que no programa ele conquistou o direito de trabalhar com o publicitário, foi um dos aprendizes que mais chamou atenção da mídia e garanto, que se revelar quem ele é, todos lembrarão, mas não como o increvelmente ácidmo do blog Sas Delli nem vou citar quem é, por motivos mais que racionais!

Esse ex-aprendiz é uma pessoa apresenta um perfil simpático, talvez o simpático seja o menos politicamente correto nas grandes corporações; mas o funcionário é dinâmico, preciso, esforçado, etc, então indagaremos de modo interrogativo, porque ele não trabalha mais com Roberto Justus? Se ele demonstrou seu valor em u ma competição tão acirrada porque uma passagem tão precoce e uma demissão tão sem "justa causa"as qualidades do funcionário?

Revela que Justus é um doce em frente das câmeras, que pessoalmente ele é muito pior, grosso, sem educação, intragável - palavras deste indivíduo não identificado.

Sr. Justus, você deveria saber, mais que ninguém já que gosta de dar lição de moral, que o caráter de alguém pode se medir como ela trata as pessoas que "estão abaixo" dela, não quem está acima. Porque seria tão rigorosa a assertiva de tal indíviduo? Dor de cotovelo? Mas, isto não é mais motivo de desenlances no mercado de trabalho atual, não concordam?

É ululante ao ser humano preservar o seu emprego, ou melhor, lá o que estiver em jogo, logo não somos loucos de detonar quem pode nos prejudicar, toda via é ai que entra o caráter como sintonia excelsa da racionalidade da crítica deixada no ar.

Porém, seria natural as pessoas descontarem suas descontentações em subordinados e mais fracos na hierárquia de uma organização, há muito tempo já é sabido que o ambiente organizacional prega uma união entre as esferas do poder, tudo é equilibrado, desde que se prove o contrário as organizações são sintônicas. Embora, quando alguém se destaca na liderança e a centraliza o que acontece?

Aconteceu a Lei de Murphy e ele deu azar ou o Justus saiu da máscara e expôs toda sua centralidade de patrão a moda antiga?

Se defende o ex-funcionário: "Não é hipocrisia da minha parte, jamais tratei mal nem mesmo a mendigos, faxineiros, seja lá o que for... Embora a minha parte masoquista já tenha proporcionado confrontos com meus superiores onde trabalhava".

Não gosto de criticar o Justus, pois na TV aberta, é um dos poucos programas que assisto, fala do ex-funcionário. O Aprendiz, versão brasileira - pois a americana é meio bisonha e exagerada - é um dos poucos momentos de rara inteligência na nossa programação nacional, com roteiros e tarefas inteligentes, confrontos memoráveis, e até sabias palavras dos aprendizes e do próprio Justus e seu companheiro W. Longo. Não tiremos o brilho do programa e a personalidade sapiente do apresentador e empresário, porém digamos que estamos tentando saber se é fundado ou infundado o crítico teor deste ex-funcionário e ex-aprendiz.

A sexta edição, como não poderia deixar de ser, começou muito bem e o primeiro eliminado - log- proporcionou um belo embate confronto na sala de reuniões, foi inteligente ao confrontar, na sala, a líder da prova, porém pecou na prova em si por se omitir. Como foi dito no programa, o pior pecado de alguém não é errar por tentar, é errar por omissão, sendo este um fator normal no programa, já que são poucos os caras e as caras autonômicas(os) durante o programa, na verdade eu acho que este funcionário que vem criticar o Justus talvez caiu na tentação de vencer outros candidatos que estão em evolução como ele, talvez isto atrapalhasse sua atuação na vida real-organizacional. A estatística persiste de cinco vencedores, somente a primeira vencedora que me fugiu seu nome neste instante, que tem tido maior vida útil nas empresas dos Justus, inclusive participando em algumas outras edições como conselheira das salas de reunião ou injuntora de algumas provas aos candidatos pretensos. O último deu até merda de certo modo com aquele processo do Milton Neves e um programa que nem saiu do papel e foi pro ralo, sendo assim o Justus achando que os vencedores são os melhores pupilos dos negócios exija demais?

Fica aquela velha máxima, o poder não pode ser paralelo e nem centralizado, devemos olhar o certo de ambos os lados, se não houver que apresentemos o negativo de ambos e tentemos o aprimoramento!

Agora eu vou apresentar um resumo de uma nota do Blog Sas Delli sobre o primeiro episódio do Aprendiz 06:

Roberto Justus, Walter Longo e Claudio Forner têm o primeiro encontro com os 18 aprendizes num espaço livre no WTC. As famílias dão sua última palavra de força e carinho aos participantes, que ficarão longe de casa por um bom período, até o fim do reality show. A emoção é o ingrediente principal nestes primeiros momentos da nova edição de Aprendiz 6 - Universitário.

Após as despedidas, é o momento de início dos trabalhos dos grupos. Divididos em duas equipes (Maxxi e Best), os candidatos recebem o dossiê da tarefa, que consiste em uma campanha onde deverão criar, administrar e promover um quiosque em duas praias de São Sebastião, litoral norte de São Paulo. O objetivo é vender uma ou mais receitas da linha Doritos Lovers.

Eles receberam um briefing de um dos executivos da Elma Chips e partiram para uma imersão na fábrica da companhia na cidade de Itú, interior de São Paulo. Fica bastante claro aos participantes que o resultado levará em conta a melhor idéia para criação do espaço, organização, administração, promoção, número de vendas e as receitas mais adequadas e criativas.

O grupo liderado por Carla organiza as melhores idéias e já coloca em prática. Raissa e Mariana saem às compras, enquanto Ana, Pedro e Lucas já estão em São Sebastião, alinhando os contatos com restaurante, para a criação da receita. O trio também se acerta junto aos donos de tendas na praia, e conquista um espaço de grande visibilidade, para venda de suas receitas.

O Grupo Best iniciou, um dia antes, a divulgação da tenda de Doritos Lovers. Com todas as tarefas cumpridas, todos já estão no litoral, apenas aguardando o início da prova.Já o Maxxi tem uma surpresa: Guilherme passou errado para a gráfica o nome "loundge", admitindo não checar a grafia correta da palavra. O fornecedor cobra mais uma quantia para refazer uma faixa. João confere o e-mail, verifica o erro e consegue acertar por um valor mínimo, para não estourar o orçamento. A equipe está a caminho da praia.

As receitas ainda estão sendo feitas, enquanto a equipe Best já iniciou as vendas dos wraps Doritos. Os grupos já saíram pela praia. Roberto Justus e os conselheiros Walter Longo e Claudio Forner foram até o local para avaliar o desempenho dos candidatos na tarefa.

Justus, os conselheiros e o prefeito de São Sebastião provaram as receitas dos dois grupos. Ambos acreditam as que suas tarefas foram cumpridas. E comemoram. Mas a equipe Best derrota a Maxxi. A recompensa é um jantar com Roberto Justus e uma viagem para Orlando, Estados Unidos. Mas uma surpresa vai abalar a alegria da equipe: Carla precisa deixar no hotel o candidato que, segundo ela, teve o pior desempenho da tarefa. E ela escolhe Rutênio. Ele não vai para a sala de reunião, mas também não vai ao jantar, nem participa da viagem. Pareceu tranquilo com a escolha, pois disse ter a sensação de ser o escolhido da líder, mesmo em caso de derrota.

Enquanto isso, no WTC, a equipe Maxxi espera o resultado da sala de reunião.

A primeira sala de reunião começa com todos os membros da equipe Maxxi, e a líder Stephanie vota por levar Guilherme e Taila consigo para a fase final. Um dos três será o primeiro demitido desta edição.

Guilherme argumenta que este é seu jeito, enquanto escuta os argumentos da líder, que insiste que ele deve ser demitido. Taila observa tudo em silêncio.

Ao conversar com seus conselheiros, uma dúvida: Forner acredita que a líder deveria ter administrado os erros cometidos por sua equipe. Longo, por sua vez, acha que Guilherme não pode ser poupado, frente a tantos detalhes e desatenções que culiminaram na derrota de sua equipe.

Justus então decide que Guilherme deve ser demitido, pelas terríveis falhas apresentadas durante a tarefa.

Assim que o apresentador anunciou seu veredito, Taila começou a chorar e se mostrou bastante nervosa, por escapar da primeira oportunidade de demissão

Texto sobre o primeiro episódio retirado de: http://aprendiz6.rederecord.com.br
O Aprendiz 6 passa toda terça e quinta na rede Record por volta das 23:30
Comunidade O Aprendiz 6 no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=24624667


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